O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu a criação de um grupo de trabalho com o intuito de discutir uma nova política de valorização do salário mínimo.
O atual governo prometeu que revisaria a forma de calcular o salário mínimo, mas a proposta que começaria já em 2024 traria um impacto bilionário aos cofres públicos.
O cálculo do reajuste do salário mínimo não tem ganho real desde 2019, pois acompanhava apenas a inflação. Antes disso, os valores contavam com a inflação e o resultado de dois anos anteriores do Produto Interno Bruto (PIB). A ideia é que a nova proposta consiga garantir um crescimento real do piso salarial.
Desde o dia 1º de fevereiro, no país, a quantia para o piso era de R$ 1.302, prevista por Jair Bolsonaro, mas a partir de 1º de maio o valor passará a ser R$ 1.320, como já anunciou a equipe econômica.
Em reunião com membros do governo, as centrais sindicais propuseram um novo cálculo de reajuste do piso salarial e mudanças que podem começar a valer apenas em 2024.
O reajuste do mínimo para 2024 ficaria em R$ 1.474, proposto pelas centrais sindicais ao governo, impactando as contas públicas em mais de R$ 60 bilhões.
O portal Poder360 considerou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para calcular o impacto desse reajuste nas contas públicas. O texto projeta que a cada R$ 1 de aumento no piso salarial acrescenta R$ 389,8 milhões nas despesas atuais do governo.
De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, ao considerar outras variáveis, tais como o déficit do regime geral de Previdência Social, os benefícios assistenciais e o seguro desemprego, o impacto poderia chegar até R$ 94,1 bilhões.
Eles avaliam que caso a proposta seja aprovada, o salário mínimo em 2024 deve ser de R$1.466,73.
A proposta das centrais sindicais está em análise por parte do governo federal. Caso seja aprovada, a medida deve dificultar o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em equilibrar as contas públicas. Para zerar o rombo no Orçamento, o ministro estima aumentar a receita em até R$ 150 bilhões até 2024.
Com informações do FDR e Poder360
Fonte: Portal Contábeis

Nesta semana, esse grupo de trabalho se reuniu junto às centrais sindicais quando foi apresentado pelos sindicatos um novo cálculo para o piso salarial.
O atual governo prometeu que revisaria a forma de calcular o salário mínimo, mas a proposta que começaria já em 2024 traria um impacto bilionário aos cofres públicos.
O cálculo do reajuste do salário mínimo não tem ganho real desde 2019, pois acompanhava apenas a inflação. Antes disso, os valores contavam com a inflação e o resultado de dois anos anteriores do Produto Interno Bruto (PIB). A ideia é que a nova proposta consiga garantir um crescimento real do piso salarial.
Desde o dia 1º de fevereiro, no país, a quantia para o piso era de R$ 1.302, prevista por Jair Bolsonaro, mas a partir de 1º de maio o valor passará a ser R$ 1.320, como já anunciou a equipe econômica.
Em reunião com membros do governo, as centrais sindicais propuseram um novo cálculo de reajuste do piso salarial e mudanças que podem começar a valer apenas em 2024.
O reajuste do mínimo para 2024 ficaria em R$ 1.474, proposto pelas centrais sindicais ao governo, impactando as contas públicas em mais de R$ 60 bilhões.
O portal Poder360 considerou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para calcular o impacto desse reajuste nas contas públicas. O texto projeta que a cada R$ 1 de aumento no piso salarial acrescenta R$ 389,8 milhões nas despesas atuais do governo.
De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal, ao considerar outras variáveis, tais como o déficit do regime geral de Previdência Social, os benefícios assistenciais e o seguro desemprego, o impacto poderia chegar até R$ 94,1 bilhões.
Eles avaliam que caso a proposta seja aprovada, o salário mínimo em 2024 deve ser de R$1.466,73.
A proposta das centrais sindicais está em análise por parte do governo federal. Caso seja aprovada, a medida deve dificultar o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em equilibrar as contas públicas. Para zerar o rombo no Orçamento, o ministro estima aumentar a receita em até R$ 150 bilhões até 2024.
Com informações do FDR e Poder360
Fonte: Portal Contábeis
